No dia 11 de julho, a Secretaria de Prêmios e Apostas (SPA) publicou a
Portaria 1.143/2024, focada na
prevenção de lavagem de dinheiro e financiamento do terrorismo (PLD-FT).
Essa portaria obriga casas de apostas esportivas a implementar sistemas de controle contra lavagem de dinheiro e procedimentos de controle interno, como a adoção de políticas de compliance, realização de due diligence de usuários e a manutenção de registros detalhados das transações, além do dever de reportar transações suspeitas ao Conselho de Controle de Atividades Financeiras (COAF).
Especialistas da Wepayments, plataforma de pagamentos online com foco em payouts para merchants cross border, avaliam que as instituições de pagamento podem ser grandes aliadas nesse cenário, colaborando para a construção de um mercado de apostas mais seguro e responsável no Brasil tanto para as casas de apostas quanto para os consumidores.

"É interessante que os operadores procurem por parceiros que possuam
mecanismos de verificação de identidade do pagador (KYC) e outros sistemas de prevenção de fraudes. Isso envolve a verificação em tempo real de todos os pagamentos, processando apenas as transações que atendem aos critérios estabelecidos", avalia
Larissa Iwai, Diretora de Risco, Compliance, PLD e Legal da WEpayments.
A WEpayments é uma das poucas instituições de pagamentos autorizadas pelo Banco Central, com especialização no mercado de iGaming, focada na performance das transações sem abdicar da segurança.
"Garantimos que os pagamentos não sejam originados de menores ou indivíduos listados em órgãos internacionais restritos, como a ONU ou a OFAC. Além disso, realizamos cruzamentos de CPF (Cadastro de Pessoas Físicas) em pagamentos e recebimentos, garantindo que a transação ocorra exclusivamente para o apostador e não para um terceiro. Tudo isso para garantir que os fundos recebidos pela operadora sejam completamente verificados e livres de disputas ou fraudes, trabalhando para um mercado mais seguro e saudável", finaliza Larissa.